Pesquisa aponta que doses de reforço com Pfizer e Moderna tem maior eficácia

O estudo foi realizado nos Estados Unidos e traz dados importantes sobre a imunização a longo prazo.

Cognys

  • 03/12/2021
  • 0
  • 0
  • 0
Favoritar
A pesquisa, intitulada ‘’COV-Boost’’, foi anterior à proliferação da emergente variante Ômicron. (Fonte: iStock)

De acordo com um novo estudo britânico, o reforço dos imunizantes contra a COVID-19 produzidos pela Pfizer e pela Moderna, ambas a partir da tecnologia RNA, oferece maior impulso aos níveis de anticorpos quando aplicada entre 10 e 12 semanas após a segunda dose. 

O estudo identificou que seis dos sete reforços examinaram a imunidade aumentada após a vacinação inicial com a vacina da Pfizer-BioNTech, enquanto todos os sete aumentaram a imunidade após duas doses do imunizante da AstraZeneca. De acordo com o professor Saul Faust, imunologista da Universidade de Southampton e líder do estudo: “Uma terceira dose será eficaz para muitas das vacinas que testamos e em muitas combinações diferentes”, aponta. 

É válido ressaltar que a pesquisa, intitulada ‘’COV-Boost’’, foi anterior à proliferação da emergente variante Ômicron. Apesar disso, de acordo com Faust, amostras foram compartilhadas com a Agência de Saúde do Reino Unido (UK) a fim de gerar dados sobre a nova cepa. Ainda, o estudo identificou que as doses de reforço também auxiliaram ao gerar uma ampla respostas das células T contra as variantes Beta e Delta, que podem assumir um papel fundamental na proteção a longo prazo. 

Link da notícia completa, clique aqui.

COGNYS
MEDICINA
pesquisa
covid19
dose de reforço
fonte: R7