Novo estudo descobre alternativa que pode ajudar no diagnóstico do autismo

A pesquisa foi realizada na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com mais de 500 análises de ressonâncias magnéticas.

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  • 06/12/2021
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De acordo com a médica Clara Weber, o esperado é que os sinais no cérebro, como os observados na pesquisa, possam auxiliar no diagnóstico precoce do TEA. (Fonte: iStock)

No último dia 23, uma equipe da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, divulgou uma pesquisa inédita no congresso anual da Sociedade de Radiologia da América do Norte.  O estudo demonstra alterações significativas em uma parte do cérebro essencial para suas conexões, o corpo caloso, em adolescentes e jovens adultos com o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Para isso, os especialistas analisaram exames de ressonância magnética de 583 pessoas, cujas informações médicas compõem um grande banco de dados para a pesquisa em autismo dos EUA, o National Database of Autism Research. Os cientistas responsáveis pelo estudo defendem que uma das conquistas do estudo é considerar indivíduos de faixa etária distintas - de seis meses de idade a 50 anos -, enquanto diversos estudos sobre o autismo focam somente nas crianças.

De acordo com a médica Clara Weber, o esperado é que os sinais no cérebro, como os observados na pesquisa, possam auxiliar no diagnóstico precoce do TEA e no acompanhamento de tratamentos. Além disso, conforme aponta a neuropediatra brasileira Liubiana Arantes, não envolvida no estudo, o trabalho apresentado no congresso tem potencial para contribuir de forma significativa com os cuidados de pessoas com autismo.

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fonte: G1